Vamos falar de psicoterapia. Inicialmente, é de suma importância desmistificar a ideia ligada ao senso comum, de que terapia é “coisa de doido” (sic) e procurar ajuda psicológica não passa de bobagem. Tais afirmações são sem fundamentos e carregadas de preconceitos.
Bom, a psicoterapia é um tratamento oferecido por um profissional da psicologia, profissão regulamentada, pautada na ciência e comprovada empiricamente.
Durante o processo terapêutico várias questões psíquicas podem ser trabalhadas, algo que esteja causando desconforto, sofrimento e abalos emocionais provenientes de alguma doença de base, como depressão ou até mesmo devido a traumas vivenciados pelo paciente.
Ao buscarmos a etimologia da palavra “psicoterapia”, podemos compreender o quão necessário é esse trabalho. Uma vez que ao dividirmos a palavra psico/terapia em duas, teremos a seguinte conclusão: Psico (origem grega Psyche – mente) e terapia ( therapeuein – cura). Ou seja, o objetivo da psicoterapia é a cura da mente.
Sendo assim, através de um processo dialético entre o terapeuta e o seu cliente no qual o discurso , a fala é o material principal de investigação, podemos desvendar o mistério por detrás dos sintomas, revelando padrões de comportamento e compreendendo qual tem sido o espaço ocupado pelo paciente na vida! Assim, a psicoterapia poderá oferecer além do alívio do sofrimento mental, a possibilidade de se obter uma visão ampla sobre si mesmo. Ademais, todo processo poderá inclusive auxiliar o paciente a dar um novo sentido a sua história, simbolizando novos recomeços.
A psicoterapia infantil destina-se a cuidar da saúde mental da criança. Ocupa um lugar privilegiado dentro do contexto clínico na medida em que favorece o fortalecimento do ego infantil.
É um espaço reservado para escutar a criança, acolhendo seus medos, angústias e sofrimento. É também uma oportunidade de intervenções com os pais, familiares e cuidadores.
O brincar faz parte do atendimento infantil, pois brincando a criança cresce e se desenvolve. As atividades lúdicas contribuem para uma livre expressão de seus sentimentos e fantasias e facilita a intervenção psicoterapeuta.
A estimulação cognitiva infantil é um tipo de intervenção com foco nos diferentes domínios cognitivos (linguagem, atenção, memória, etc). Este tipo de intervenção ocorre após o processo de avaliação neuropsicológica, em que se identifica o perfil cognitivo e comportamental da criança (potencialidades e dificuldades).
A estimulação cognitiva auxilia na aquisição e desenvolvimento de habilidades cognitivas que ainda não foram adquiridas ou que estão prejudicadas.
É, portanto, recomendada para crianças com atraso ou alterações no desenvolvimento e, também, para crianças sem dificuldades.
Psicodiagnóstico é um recurso técnico científico de especialidade do psicólogo. Quando você tem um problema de saúde, vai ao médico ele faz uma bateria de exames, a partir do qual irá observar e chegar a uma conclusão do que te afeta. O psicodiagnóstico funciona com a mesma lógica, é o processo diagnóstico feito através da aplicação e interpretação de testes psicológicos e de outros recursos como dinâmicas, entrevistas e ludodiagnóstico quando se trata de crianças. Ele busca chegar à origem do problema, e suas consequências.
É um processo desencadeado, ou seja, existe uma queixa inicial onde o paciente chega até o consultório através de indicação, seja ela através de um professor(a), pedagoga(o), de um médico(a) ou psiquiatra ou a pessoa nos procura querendo uma avaliação psicológica, como normalmente é chamada. A partir da queixa inicial, é feita uma entrevista no qual são abordados a história de vida do sujeito e a queixa. Através disso, é elaborado um levantamento prévio de hipóteses diagnósticas que serão comprovadas ou não a partir do plano de avaliação. Cada etapa e recurso utilizado terá objetivos precisos.
Por último é elaborado um laudo psicológico e é feita uma entrevista de devolutiva com o sujeito. Nela são abordados os assuntos pertinentes ao problema, o que está causando. Tudo isso é feito com processo de propósitos clínicos, ou seja, existe um encaminhamento onde o paciente será direcionado para uma melhor linha de tratamento do problema.
A orientação profissional não é um trabalho exclusivo do psicólogo, no entanto o psicólogo é o único autorizado por lei e capacitado teoricamente a incluir testes psicológicos no processo. Mas de que se trata a Orientação Profissional (OP)?
A OP é um processo que visa facilitar a escolha da profissão, não somente no que diz respeito ao percurso profissional, mas também em uma perspectiva de construção da vida. Seu objetivo é contribuir para que a escolha da profissão seja refletida conjuntamente com o orientando, para que este consiga uma compreensão maior sobre si mesmo, suas angústias, dificuldades e também seus pontos fortes e inspirações de alegrias.
Embora na maioria das vezes quem procura um orientador profissional sejam os jovens e adolescentes, a OP não se limita a este público, trazendo muitos benefícios para os adultos que procuram o psicólogo com esta finalidade.
O processo de Avaliação Psicológica para Recrutamento e Seleção é fundamental para a escolha do perfil ideal de um candidato para ocupar uma vaga em sua empresa. A avalição envolve uma série de procedimentos técnicos e científicos que incluem coleta, análise e interpretações de dados obtidos por meio de entrevistas e administração de testes psicológicos. Através desta avaliação é possível traçar um perfil que contemple aspectos comportamentais, cognitivos, emocionais e características da personalidade do candidato.
Conheça os principais benefícios:
> Através do processo de avaliação psicológica é possível otimizar o tempo das seleções de pessoal;
> O uso de testes psicológicos na avaliação agiliza o processo e possibilita uma compreensão abrangente do perfil psicológico dos candidatos;
> Os testes psicológicos são instrumentos de uso exclusivo do psicólogo e são pautados por estudos técnicos-científicos que garantem a sua fidedignidade, validade e precisão;
> Traços de personalidade, padrões de comportamento e nível cognitivo são alguns fatores sensíveis aos testes psicológicos;
> Uma boa avaliação psicológica pode reduzir o índice de rotatividade nas empresas, pois irá sinalizar quais os candidatos são mais adequados para o preenchimento da vaga.